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Corpo de Bombeiros do Tocantins Inicia Inscrições para o Programa Bombeiro Mirim 2026 em 10 Cidades

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Iniciativa gratuita oferece 700 vagas para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos; participantes terão acesso a conteúdos de ética, primeiros socorros e combate a incêndios com suporte do fundo de combate à pobreza.

O Governo do Tocantins, por intermédio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), deu início nesta segunda-feira, 26 de janeiro, ao processo de inscrição para o Programa Educacional Bombeiro Mirim (Proebom) referente ao primeiro semestre de 2026. O projeto é totalmente gratuito e foca no fortalecimento da educação e cidadania para o público jovem com idade entre 10 e 14 anos, utilizando a rotina militar como base para a inclusão social.

As atividades, que somam 360 horas-aula, ocorrerão de terça a quinta-feira e também aos sábados, divididas entre os turnos matutino e vespertino. O Proebom será executado em dez polos no estado: Palmas, Taquaralto, Araguaína, Gurupi, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional, Colinas do Tocantins, Araguatins, Dianópolis e Guaraí.

Processo Seletivo e Critérios de Vaga

Estão sendo disponibilizadas 70 vagas por município (35 por turno), além da formação de um cadastro reserva. Diferente de um sorteio comum, a seleção adota critérios técnicos e sociais, como a idade do candidato, a proximidade da residência com o quartel, a situação socioeconômica da família, o número de irmãos menores e o tipo de instituição de ensino onde o aluno está matriculado.

As famílias interessadas podem realizar a inscrição até o dia 6 de fevereiro de 2026. O procedimento pode ser feito via internet ou de forma presencial nos quartéis do CBMTO, no horário das 8h às 12h. A documentação básica exige RG, CPF, comprovante de endereço e declaração escolar. Beneficiários do CadÚnico ou de bolsas de estudo podem apresentar comprovantes para elevar a pontuação no processo de seleção.

Formação Integral e Benefícios

O programa é financiado em parceria com o Fundo de Erradicação e Combate à Pobreza (Fecoep-TO) e oferece aos selecionados uniforme, alimentação e material didático sem custos. O transporte até as unidades militares fica sob responsabilidade dos pais ou responsáveis.

A grade curricular é ampla e voltada para a formação humana e técnica, incluindo:

  • Ética, Cidadania e Prevenção às Drogas;
  • Primeiros Socorros e Salvamentos;
  • Prevenção e Combate a Incêndios;
  • Educação Ambiental e no Trânsito.

Para o tenente-coronel Clóvis Eduardo Fernandes Carneiro, diretor de Ensino da corporação, o projeto é uma oportunidade de transformação. “O Proebom nos permite plantar boas sementes de valores nos nossos jovens, ampliar horizontes e apresentar novas perspectivas e oportunidades de mundo”, destacou o oficial. A lista com os nomes dos selecionados deve ser publicada em 9 de fevereiro, com início imediato das aulas no dia seguinte.

Tocantins Suspende Aumento na Tarifa de Água!

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O governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa, determinou a suspensão imediata do reajuste de 9,37% nas tarifas de água e esgoto cobradas pela BRK Ambiental em 46 municípios. A medida foi direcionada à Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR).

O reajuste havia sido autorizado durante a gestão interina, através da Resolução nº 13/2025, de 5 de novembro de 2025. De acordo com o Governo do Estado, a resolução não foi publicada no Diário Oficial, sendo divulgada apenas no site da ATR, o que contraria os princípios da transparência administrativa.

Wanderlei Barbosa justificou a decisão, destacando que o Tocantins já possui uma das tarifas de água mais elevadas do país e que este aumento seria um fardo injusto para a população.

A ATR está apta a suspender o reajuste e adotar todas as medidas necessárias para impedir o aumento na conta de água. A resolução sequer foi publicada no Diário Oficial do Estado, o que compromete a transparência do ato público. Mesmo assim, o reajuste entrou em vigor. Os tocantinenses já pagam uma das contas de água mais caras do Brasil, e esse aumento é injusto e abusivo” – afirmou Wanderlei Barbosa.

Atualmente, o Tocantins registra a maior tarifa de água da Região Norte, no valor de R$ 8,01 por metro cúbico, que passaria para R$ 8,76 com a aplicação do reajuste.

O governador lembrou que a própria BRK Ambiental moveu ação judicial alegando prejuízos financeiros pela ausência de reajustes tarifários. No entanto, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) tem reconhecido a legalidade da posição do Estado ao negar novos aumentos.

Em resposta à determinação do Executivo estadual, o presidente da ATR, Matheus Martins, informou que a concessionária será oficialmente notificada.

A ATR vai oficiar imediatamente a BRK para suspender os efeitos do reajuste. A decisão se baseia na identificação de vícios formais no ato, após análise técnica realizada em conjunto com a Procuradoria-Geral do Estado, garantindo segurança jurídica e reduzindo o impacto no bolso dos consumidores” – informou Matheus Martins, presidente da ATR.

O aumento de 9,37% nas tarifas de água e esgoto foi autorizado com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerando os períodos de setembro de 2023 a agosto de 2024 e de setembro de 2024 a agosto de 2025.

A resolução também previa reajustes em mais de 100 serviços técnicos e operacionais prestados pela concessionária, como substituição de hidrômetro e ligação de água, ampliando o impacto financeiro para os consumidores do Tocantins. O governo do estado segue buscando garantir a transparência e evitar encargos excessivos à população.

Serial Killer Condenado a 72 Anos e Comparsa do PCC Seguem Foragidos um Mês após Fuga de Presídio “Tecnológico”

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Renan Barros da Silva e Gildásio Silva Assunção escaparam da Unidade de Cariri do Tocantins no Natal; falha em estrutura modular de R$ 32 milhões levanta questionamentos sobre a segurança do sistema prisional.

As forças de segurança do Tocantins completam, nesta segunda-feira, um mês de buscas infrutíferas por dois criminosos de alta periculosidade que escaparam da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins. O “serial killer” Renan Barros da Silva, de 26 anos, e seu aliado Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, protagonizaram uma fuga cinematográfica em pleno dia de Natal, 25 de dezembro, ao serrarem as grades da cela e escalarem o alambrado com o auxílio de cordas feitas de lençóis.

Renan Barros carrega uma sentença de 72 anos de reclusão devido a uma série de assassinatos brutais cometidos em Araguaína, em maio de 2021, onde executou três homens e feriu um quarto. Entre suas vítimas confirmadas está Francisco Régis Freitas Gonçalves. Além das condenações, o delegado Adriano Carvalho, que liderou as investigações, aponta que o criminoso é alvo de outros inquéritos: “Renan também é investigado por outros dois homicídios no Tocantins e um no Maranhão”, afirmou a autoridade.

Gildásio, que também responde por homicídio, integra junto com Renan a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A periculosidade da dupla mantém as polícias civil e militar em alerta máximo, com solicitações constantes de colaboração da população por meio de denúncias anônimas.

Falha em Complexo de Alta Tecnologia

A fuga levanta questionamentos contundentes sobre a eficácia da Unidade Penal de Cariri. Inaugurado em 2020 com um custo de aproximadamente R$ 32 milhões, o presídio foi construído com um sistema modular pré-fabricado de alta resistência, projetado especificamente para impedir que detentos tivessem acesso a metais ou ferramentas.

De acordo com a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), os fugitivos haviam sido realocados para uma cela isolada por razões disciplinares pouco antes da evasão. O governo estadual abriu uma investigação para apurar como serras e outros materiais foram introduzidos em um ambiente que, teoricamente, deveria ser impenetrável devido à sua tecnologia de construção.

O complexo, que conta com áreas de saúde e módulos de isolamento, agora é palco de uma auditoria interna enquanto as buscas terrestres e de inteligência se intensificam no norte e sul do estado para tentar recapturar os foragidos.

Candidatos já podem consultar locais de prova do concurso da Polícia Militar do Tocantins; avaliação será no dia 15 de junho

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A Fundação Vunesp (FVG), organizadora do concurso da Polícia Militar do Tocantins (PM-TO), liberou nesta segunda-feira (9) a consulta aos locais de prova para os cargos de Oficial, Soldado e Soldado Músico. Os candidatos já podem acessar as informações sobre endereço, sala e horário de aplicação da prova, que está confirmada para o próximo sábado, dia 15 de junho.

Para verificar os dados, os candidatos devem acessar os links específicos de cada cargo disponibilizados no site oficial da banca organizadora. O certame prevê a aplicação das provas objetivas e dissertativas como a primeira etapa do processo seletivo.

O concurso público oferece um total de 660 vagas imediatas. Os cargos de Soldado e Soldado Músico exigem nível médio completo, enquanto o cargo de Oficial é destinado a candidatos com nível superior. A idade máxima permitida para participação no certame é de 32 anos. A remuneração inicial varia entre R$ 5.763,07 e R$ 10.842,13, conforme o cargo pretendido.

As etapas do concurso para o cargo de Oficial incluem: Provas Objetiva e Dissertativa, Teste de Capacidade Física, Avaliação Psicológica, Avaliação Médica e Odontológica, além de Investigação Social.

Já para os cargos de Soldado e Soldado Músico, o processo seletivo contempla: Provas Objetiva e Dissertativa, Teste de Capacidade Física, Avaliação Psicológica, Avaliação Médica e Odontológica e Investigação Social. Os candidatos ao cargo de Soldado Músico também serão submetidos a uma Avaliação Prática em Música.

A PM-TO reforça que os candidatos devem estar atentos às instruções contidas no edital e comparecer ao local de prova com, no mínimo, uma hora de antecedência. É obrigatório portar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente.

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Polícia Civil executa operação contra facção criminosa que ameaçou delegado no norte do Tocantins

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Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas), deu início a uma operação com o objetivo de enfraquecer a atuação de uma organização criminosa com influência nacional. A ação ocorreu na cidade de Tocantinópolis, no norte do Estado, e resultou no cumprimento de sete mandados de busca e apreensão.

De acordo com o delegado Wanderson Queiroz, titular da 1ª DEIC e responsável pela investigação, a operação teve como um dos principais motivadores o fato de que integrantes da facção realizaram ameaças diretas contra um delegado da corporação. As ameaças foram registradas no dia 16 de março de 2021 e, conforme as apurações, tinham como finalidade desestabilizar as operações policiais que vinham sendo realizadas contra o grupo.

A investigação revelou que os criminosos pretendiam intimidar as forças de segurança para garantir a continuidade das atividades ilícitas e a expansão territorial da facção no norte do Tocantins. A tentativa de silenciar autoridades seria parte de uma estratégia mais ampla da quadrilha, com o objetivo de evitar o enfraquecimento de sua estrutura e atuação violenta na região.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar não apenas o autor direto das ameaças, mas também outros envolvidos, entre eles possíveis mandantes e membros ativos da facção nos municípios de Tocantinópolis e localidades próximas. Parte dos investigados já se encontra no sistema prisional, de onde ainda exercem influência sobre a organização criminosa, demonstrando o alto grau de articulação e periculosidade do grupo.

Segundo o delegado Wanderson Queiroz, a operação é fruto de um trabalho detalhado que vem sendo realizado desde 2021. “Mesmo diante das ameaças, nossas equipes mantiveram o foco em garantir a segurança da população e em desarticular essas organizações criminosas. É fundamental mostrar que o Estado não se intimida diante da criminalidade”, declarou.

Durante a operação, foram apreendidos aparelhos celulares e documentos que passarão por análise minuciosa e servirão como base para as próximas etapas da investigação. A Polícia Civil reforça que as diligências continuam em andamento, com o objetivo de responsabilizar todos os envolvidos e enfraquecer completamente a atuação da facção criminosa na região norte do Estado.

A operação contou com o apoio das equipes da 1ª, 2ª e 3ª DEICs (Palmas e Araguaína), da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Tocantinópolis (DEAMV), das delegacias de Nazaré e Ananás, além do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), demonstrando a integração entre as forças policiais no combate ao crime organizado.

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Polícia Civil conclui inquérito e indicia duas mulheres por denúncia falsa de estupro em Ponte Alta do Tocantins

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A Polícia Civil do Tocantins concluiu nesta segunda-feira (9) uma investigação que durou mais de uma década e que resultou no indiciamento de duas mulheres por denúncia caluniosa. A apuração conduzida pela 81ª Delegacia de Polícia de Ponte Alta do Tocantins revelou que uma acusação de estupro de vulnerável registrada em 2012 era falsa e motivada por interesses políticos.

De acordo com o delegado Roberto Assis, responsável pelo caso, a vítima da suposta violência era uma adolescente de 13 anos na época dos fatos. No entanto, em novo depoimento prestado em 2023, a agora adulta afirmou ter sido induzida a mentir pela irmã mais velha e por uma servidora pública municipal. Ambas as envolvidas já eram maiores de idade na ocasião e, segundo as investigações, manipularam a menor para fabricar a denúncia.

Ainda segundo a polícia, o homem acusado tinha 49 anos à época e era candidato ao cargo de vereador no município. A servidora pública apontada como coautora da falsa acusação seria sua adversária política. O caso ganhou repercussão à época e resultou na prisão do acusado, que só foi detido em abril de 2024, mais de 10 anos após o registro da denúncia inicial.

Com a reabertura do inquérito e as novas informações obtidas, a Polícia Civil concluiu que não houve crime e que a acusação tinha como principal objetivo prejudicar politicamente o acusado. “Temos observado um grande aumento no número de falsas denúncias. Isso tem levado à prática de graves injustiças, como neste caso, em que um homem foi preso e condenado injustamente por um crime tão sensível”, destacou o delegado Roberto Assis.

O inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público, que agora irá analisar as provas para decidir se apresentará denúncia formal contra as duas mulheres indiciadas por denúncia caluniosa, crime previsto no Código Penal.

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